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Lewis e Eu – O retorno!

Olá! Amigos, como vocês estão? Espero que bem ^^ Essa semana o texto está saindo no sábado, perdão por isso… Mas eu prefiro adiar um pouco o texto do que soltar um conteúdo com baixa qualidade. Bem… Explicações feitas, vamos ao texto de hoje! Sim! A série Lewis e Eu está de volta! Mas agora com outro livro deste incrível autor, O peso da glória. Eu fiquei pensando por meses se eu continuava com a série e se eu realmente continuasse se continuaria com o livro Cristianismo puro e simples. A resposta veio aos poucos. Primeiro algumas pessoas começaram a falar pra mim que estavam sentindo falta dos textos dessa série (coisa que me surpreendeu muito, já que eu achava que os textos eram muito longos e muito cansativos). E aos poucos fui me convencendo que voltar com a série seria uma boa ideia, mas ainda faltava uma decisão muito importante, continuar ou não com Cristianismo puro e simples e bem… Este livro é muito bom, mas ao mesmo tempo é muito repetitivo, fala apenas de um assunto, o que o torna muito didático, mas meio “pesado”. Foi então que Deus enviou o sinal final pra mim hahaha um amigo me presenteou com o livro O peso da glória. Como uma lâmpada se acendesse, decidi voltar a escrever sobre Lewis mas com o livro que eu havia ganho ❤

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Introdução

A introdução desse livro é escrita por Walter Hooper, que conta ao longo de seu texto sobre sua convivência com Lewis e como ele própria era um admirador de Lewis (o autor e o humano). Como o objetivo do texto é apenas resumir e explicar alguns pontos, não vou me ater muito às histórias que ele conta na introdução (apesar delas serem ótimas histórias), mas caso vocês tenham interesse eu posso fazer um texto só pra isso ^^ (vou criar uma enquete na página do Facebook, passe lá e vote!).

A introdução começa com a citação da conclusão do sermão O peso da glória:

“Isso não significa que devamos ter uma atitude solene o tempo todo. Devemos participar do jogo. Mas a nossa alegria deveria ser do tipo (e, de fato, é a  mais alegre possível) que existe entre as pessoas que, desde o início, levam-se mutuamente a sério.”

Como todos os outros textos de sua autoria, Lewis sempre carrega muito a simplicidade com a profundidade que a vida precisa. Lendo assim, sem contexto, pode parecer uma frase bem confusa e até um pouco herege, por isso Hooper explica o que Lewis quis dizer com essa colocação:

“Desejar ser ‘perpetuamente solenes’, quando não há razão para isso, parece-me não apenas uma rejeição daquela felicidade que poderíamos ter no mundo, mas também colocar em perigo nossa capacidade de usufruir dela, quando toda e qualquer razão possível para a infelicidade removida.”

E continua com mais uma explicação esclarecedora:

“Se aqueles de disposição lúgubre objetaram que a religião cristão é por demais séria e solene, então minha resposta será: ‘Sim, é claro, e não é considerada séria o bastante’. Mas, nesse momento, Lewis vem em nosso resgate pela demonstração, no livro Os quatro amores, de como as coisas podem ser facilmente mudadas pelo emprego do tipo errado de seriedade.”

Agora eu acredito que o ponto que Lewis queria colocar foi muito bem exemplificado e explicado.

Um pouco sobre o sermão

No final da introdução, Hopper faz um pequeno levantamento sobre cada um dos sermões que estão no livro, começando é claro por O peso da glória (para não ficar muito extenso, vou colocar neste texto apenas a parte ferente ao sermão O peso da glória que será o texto analisado nos próximo posts), o qual foi colocado da seguinte forma:

“A convite de Canon T. R. Milford, a preleção foi apresentada no solene culto vespetino na Igreja de St. Mary the Virgin, do século doze, na Universidade de Oxford, em 8 de junho de 1941, para uma das maiores congregações que se reuniu ali em tempos modernos.”

Bom… Como esse texto é só pra reapresentar a série e introduzir o novo livro, vou encerrar o texto por aqui ^^ Espero que vocês tenham ficado feliz com esse recomeço e espero vê-los por aqui nos próximos

Em amor, Dory ❤

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Sobre Dory <3

Eu me denomino como Dory, uma pequena menina que é super mega atrapalhada e se distrai facilmente. MAS que o coração anseia por fazer amigos e o que é certo (ou pelo menos tentar). Sou cristã, estudante de Letras, pseudo piadista e humana.

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