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Lewis e eu – “A realidade da Lei”

Oi oooi gente! Como vocês estão? Espero que bem bem ^^ Não sei se você viu, mas no post da semana passada não tivemos um texto da série Lewis e eu , mas tivemos algo tão legal quanto. SIIIM, ganhamos nosso primeiro cupom de desconto!!!! Para mais informações clique aqui ❤ Mas como é uma nova semana, cá estamos nós para o texto dessa semana da melhor série da blogosfera \o/

Sim, ainda sobre a Lei da Natureza Humana

Eu imagino que você, assim como eu, já está meio (na verdade muito!) enjoado de ler sobre essa Lei da Natureza Humana. Mas Lewis está longe de se sentir esgotado desse tema hahaha por isso ele dedica mais um capítulo para explorar este bendito tema por uma perspectiva um pouco diferente, o que para o autor é uma maneira de aos poucos ajudar o leitor a assimilar e a aceitar essa ideia que insistentemente é levantada. Mas para o começo desse capítulo Lewis com um esclarecimento:

“Nesta investigação, não estou preocupado com a culpa; estou tentando descobrir a Verdade.”

Em resumo, Lewis não está preocupado em colocar a sociedade em uma balança, pois ele sabe que ninguém é perfeito na humanidade humana, no entanto o objetivo dele é justamente intender porque ninguém é perfeito na humanidade! (Será que eu consegui explicar direitinho hahaha espero não ter te confundido mais)

A grande diferença entre os humanos e os não-humanos

Creio que tudo o que eu poderia dizer sobre essa parte do tema Lewis resumiu muito bem em duas frases:

“As leis da natureza, quando aplicadas às árvores ou pedras, podem significar apenas ‘o que a Natureza efetivamente faz’. Mas, se nos voltarmos para a Lei da Natureza Humana, ou Lei da Boa Conduta, a história é outra.”

Ou seja, assim como Lewis tem dito nos outros capítulos, o ser humano tem duas particularidades, eles possuem esse lei mas não a seguem. Enquanto todo o resto da natureza possui uma regra e a segue definitivamente.

“A lei da gravidade nos diz o que a pedra faz quando cai; já a Lei da Natureza Humana nos diz o que os seres humanos deveriam fazer e não fazem.”

Aquilo que nos é conveniente

Talvez exista um pensamento errôneo na sociedade de que consideramos “mau” tudo aquilo que nos é inconveniente, no entanto em algumas situações práticas podemos notar como esse pensamento é falho. Lewis dá o exemplo de um traidor numa guerra. Para o país X, ter um alguém do país Y que traia sua pátria é conveniente, porém sabemos que mesmo que isso traga benefícios para mim e à minha pátria, um traidor, sempre será alguém imoral, alguém que cometeu um ato de desonra.

“Na guerra, cada um dos lados beligerantes achará muito útil um traidor do lado oposto; porém, apesar de usá-lo e de recompensá-lo pelos serviços prestados, o considerará um verme em forma humana.”

Logo em seguida, Lewis levanta a questão de a boa conduta ser vantajosa em uma perspectiva coletiva, ou seja, não há mistério em ser alguém com boa conduta, pois é algo que traz resultado em coletividade.

“Os seres humanos, no fim das contas, possuem algum bom senso; percebem que a segurança e a felicidade só são possíveis numa sociedade em que cada qual age com lealdade, e é por perceber isso que tentam conduzir-se com decência.”

Mas esse argumento para Lewis não faz sentido, pois é como se o objeto que está sendo questionado respondesse com ele mesmo… (okay, essa explicação não foi muito boa, vamos ver o que de fato está escrito no livro)

“Da mesma forma, se uma pessoa pergunta o motivo de se agir com decência, não vale responder ‘para o bem da sociedade’, pois beneficiar a sociedade, ou, em outras palavras, ser altruísta (pois ‘sociedade’, no fim das contas, significa apenas ‘as outras pessoas’) é um dos elementos da decência.”

Ou seja, nós não sabemos por que sentimos essa necessidade de sermos bons, simplesmente queremos. E não, assim como foi discutido no início, não é apenas uma forma de mostrar aos outros como queremos ser tratados, pois a boa conduta nem sempre nos é conveniente, na verdade, na maioria das vezes é o contrário disso.

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Verdade

Assim, Lewis chega ao ponto que queria, a Verdade! No começo ele disse que o seu interesse não era o de colocar a sociedade numa balança, mas sim se encontrar a Verdade, e pois bem aqui está ela:

“Consequentemente, essa Regra do Certo e do Errado, ou a Lei da Natureza Humana, ou como que que você queria chamá-la, deve ser uma Verdade – uma coisa que existe realmente, e não uma invenção humana.”

Mas, ainda existe algo não explicado… Lewis conseguiu finalmente encontrar a tal da Verdade, porém eu não consigo ver os fatos! A humanidade ainda não cumpre com essa tal regra/lei, então como eu posso ter essa certeza de que ela realmente existe?

“Começa a ficar claro que teremos de admitir a existência de mais de um plano de realidade; e que, neste caso em particular, existe algo que está além e acima dos fatos comuns do comportamento humano, algo que no entanto é perfeitamente real – um lei verdadeira, que nenhum de nós elaborou, mas nos sentimos obrigados a cumprir.”

E é assim que Lewis encerra o terceiro capítulo. O que você acha? Concorda com o pontos levantados por ele? Não? Por que? Conta aqui nos comentários pra gente conversar e conseguir construir alguma ideia legal 🙂

Conclusão da Dory

Eu gosto muito do C. S. Lewis, tanto que estou fazendo esta série de textos só sobre o livro dele, mas acredito que este capítulo contém algumas argumentações fracas e mutias vezes forçadas, mas entendo o ponto de vista dele; só não acredito que ele usou das melhores ferramentas para se explicar. Bom, é isso 🙂 vejo vocês no próximo texto ~

Agradecimento especial à Página C. S. Lewis Brasil pelo apoio

Facebook/Instagram

Em amor, Dory ❤

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Sobre Dory <3

Eu me denomino como Dory, uma pequena menina que é super mega atrapalhada e se distrai facilmente. MAS que o coração anseia por fazer amigos e o que é certo (ou pelo menos tentar). Sou cristã, estudante de Letras, pseudo piadista e humana.

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