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Once upon a time e Jesus <3

Olá amigos 🙂 tudo bem com vocês? Espero que sim! O texto dessa semana acabou demorando um pouquinho porque eu me senti na obrigação de pelo menos terminar a primeira temporada da série Once upon a time pra poder escrever esse texto sem remorso hahahaha. Bom, terminada a primeira temporada agora eu posso terminar esse texto com a paz no coração!

Um pequeno, talvez grande, resumo

Talvez muitos de vocês que estão lendo já viram a série ou ao menos já ouviram falar dela. Mas para que ninguém fique perdido vou dar um pequeno resumo. O enredo se desenrola em dois tempos e dois mundos diferentes de forma “paralela”. Não que as duas coisas estejam acontecendo ao mesmo tempo, mas sim que “trechos” do passado fazem muito sentido com as coisas que acontecem agora no presente. Okay, ainda está um pouco confuso, mas força, logo você vai entender onde eu quero chegar. A história é sobre como a Rainha má (madrasta de Branca de neve) amaldiçoa todo o reino, enviando todos habitantes dessa terra ao mundo dos humanos e nenhuma delas (fora a Rainha má, o mágico dono da maldição) se lembra quem é, de onde veio e nem de sua vida no mundo dos contos de fada. Mas existe uma salvação, a filha de Branca de neve que aos 28 anos quebraria a maldição. Logo, o plano dos personagens é proteger a criança que irá nascer, colocando-a num armário feito de madeira mágica. Esse armário enviou Emma (a filha de Branca) ao mundo dos humanos, mas ela não se lembra de nada (claro, tinha apenas alguns minutos de vida quando foi encontrada numa estrada no mundo dos humanos).  No aniversário de 28 anos de Emma, ela se vê numa situação inusitada que a leva até uma cidade chamada Storybrooke, e por razões “mágicas” acaba ficando por lá por mais alguns, vários na verdade, dias.

Agora que a história está de forma beeeem resumida nessas “poucas palavras, quero compartilhar com vocês uma analogia que me surgiu no decorrer da “maratonagem” hahaha.

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A falta de algo…

Durante o decorrer da história nós percebemos que as pessoas que vivem em Storybrooke se sentem meio deslocadas e não sabem ao certo como vieram parar nessa cidade, apenas se satisfazem com a ideia de que sempre foi assim. Na vida eu vejo que vivemos algo parecido. A Humanidade já ficou tanto tempo longe de Deus que não sabe do que sente falta, mas sabe que algo está incompleto dentro de si. Segundo historiadores, existe uma história universal em todos os povos antigos, que é basicamente Gênesis capítulo 1 até a história do dilúvio. Talvez não com as mesmas palavras, mas com a ideia de que o mundo foi criado, e que por conta de um erro o ser humano é expulso de um lugar divino e etc. Dessa forma, creio que seja interessante pensar que nós humanos passamos tanto tempo longe do Divino, longe Daquele que nos criou, que nos esquecemos quem somos e onde é o nosso lar de verdade. Estamos tão concentrados no nosso dia-a-dia que somos anestesiados de perguntas como “Quem eu sou?”; “De onde eu vim?”; “Pra onde eu vou depois daqui?” com uma resposta fria: “Sempre foi assim” que acaba nos engolindo e tapando superficialmente o vazio que sentimos.

 

Incredulidade

Na história também acontece outra coisa interessante. Emma que deveria ser a salvadora é completamente cética e custa a acreditar nessa tal maldição, mas acaba se envolvendo nas situações por causa de seu filho biológico que parece muito empenhado nessa “missão”. Na nossa vida, creio que acontecem situações semelhantes… Nós olhamos ao nosso redor mas tudo parece muito concreto, muito óbvio e não nos perguntamos quem criou tudo isso. Mesmo quando situações não-humanas acontecem, fechamos nossos olhos pois não queremos acreditar. Emma também não consegue enxergar a realidade mágica ao seu redor, mesmo quando Pinóquio mostra sua perna se transformando em madeira ela vê apenas uma perna normal. A força de nossa incredulidade nos impede de ver aquilo que é sobrenatural, a nossa teimosia nos afasta Daquele que primeiro nos amou.

 

Um pequeno spoiler

Vou contar um pequeno spoiler, que não é bem um spoiler (pois ele é meio que esperado). Quando a maldição é quebrada por um ato de Amor Verdadeiro (o qual é a magia mais poderosa) todos se lembram quem são e onde é o seu lar verdadeiro. No entanto não são “devolvidos” à ela… Na nossa vida cristã acontece algo parecido, quando aceitamos a Cristo não voltamos para Casa no mesmo instante, nós permanecemos na terra, mas temos a esperança de um dia irmos com Cristo para a Nova Jerusalém.

Em resumo, achei interessante trazer essa analogia com a série Once upon a time, e perseverar na minha certeza de que coisas “não-gospel” podem falar tanto de Deus quanto coisas “gospel”. Espero que vocês tenham gostado dessa pequena “análise” e eu gostaria muito de saber o que vocês acharam desse texto e do formato dele ^^ o que acham de termos mais conteúdo assim no blog?

Em amor, Dory

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Sobre Dory <3

Eu me denomino como Dory, uma pequena menina que é super mega atrapalhada e se distrai facilmente. MAS que o coração anseia por fazer amigos e o que é certo (ou pelo menos tentar). Sou cristã, estudante de Letras, pseudo piadista e humana.

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