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Respeitando as limitações

Olá amigos! Como estão? Espero que bem ^^ acho que alguns notaram (ou não hahaha) que não tivemos a publicação ontem do desafio de listas… Pois bem… Venho por meio desta publicação comunicar que ela está sendo adiada para as próximas férias (provavelmente as férias de Julho). Sinto muito pelas pessoas que estavam animadas com esse desafio… Mas eu percebi que não vou conseguir dar conta de publicar tanta coisa (mesmo em férias hahaha) e um dos principais motivos é que eu tenho trabalhado bastante (fora e no blog) e dessa forma as coisas não teriam qualidade. Decidi, então, adiar o desafio das listas (que é o que eu tenho tido mais dificuldade de produzir, por incrível que pareça haha) e reiniciá-lo quando as coisas estiverem mais calmas por aqui 🙂 espero de coração que vocês entendam ❤ Aproveitando esse meu momento de reconhecer as minhas limitações, para falar sobre respeitar as limitações.

 

Relendo o “aprendido”

Um dos primeiros textos que eu realmente senti que estava fazendo o que era certo foi o texto “Reconhecendo nossas limitações”. Nesse texto eu desabafo um pouco sobre a minha luta oculta contra o orgulho, que muitas vezes me diz que eu sou capaz das coisas sozinha e que o que eu quero é o melhor. Ao reler esse texto (que foi tão importante pra mim e para o desenvolvimento desse blog) percebi o quanto mudei desde aquela época e o quanto esse pequeno monstrinho que vive em mim, que se chama orgulho, também mudou. Ele não me diz mais para negar o que o Pai me pede (ele aprendeu que essa tentação já está quase curada no meu coração, quase) mas constantemente sou levada por ele a não querer respeitar os meus limites.

 

A mentira da autossuficiência

No começo de tudo, ser independente; não admitir o cansaço (muitas vezes óbvio) e principalmente negar insistentemente a ajuda de outras pessoas parecia apenas uma forma de não incomodar as pessoas. Mas com o tempo, sem que eu percebesse, essa autossuficiência me consumia e me esgotava. Algo não estava certo… Mas eu não queria parar, não queria ter que admitir que eu também podia ficar cansada, que eu também dependia da ajuda de outras pessoas. Já era tarde… O orgulho conseguiu novamente me vencer… O que fazer agora? Eu caí de novo no mesmo erro, que mesmo repaginado, era o mesmo. O que fazer com a vergonha de ter falhado?

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Amor e Fidelidade

Hoje li Salmos 100 no meu estudo diário e dois versículos me chamaram a atenção:

“Reconheçam que o Senhor é o nosso Deus. Ele nos fez e somos dele:

somos o seu povo, e rebanho do seu pastoreio.”

Salmos 100:3

 

“Pois o Senhor é bom e o seu amor leal é eterno;

a sua fidelidade permanece por todas as gerações

Salmos 100:6

Quando comecei a escrever esse texto, eu não fazia ideia de como terminaria ele, pois não sabia também como “resolver” o meu problema. Eu só senti a imensa necessidade de falar sobre isso com vocês. Deus na sua infinita misericórdia tem conduzido cada uma das palavras aqui redigidas e agora eu entendo melhor, com a ajuda dos versículos acima citados que Ele quer me ensinar hoje sobre… Primeiro: o Amor é leal e eterno, a Fidelidade duradoura. Ou seja, Ele me ama com um amor tão grande, mas tão grande que não tem outra forma descrevê-lo se não com a palavra eterno. E esse Amor perfeito me abraça e diz que está tudo bem, eu só preciso voltar para casa, assim como o filho pródigo. A Fidelidade Dele me diz que não importa o que eu fiz, se eu voltar para casa ele não rejeitará. Segundo: Eu sou povo Dele, assim, Ele cuida de mim. Ele me fez, portanto sabe das minhas limitações, por isso quando Ele me disser que eu tenho que descansar. Minha oração hoje não pode ser diferente de um pedido de um coração obediente e quebrantado que reconhece que precisa descansar, que precisa “não fazer” algumas vezes…

 

“Senhor, perdoa a minha arrogância. Tu sabes que minha intenção era boa, no entanto ela passou por cima de um mandamento Teu de cuidar do meu corpo, o qual é teu santo templo. Clamo a Ti para que crie em mim um coração obediente, que vença as tentações da rebeldia da independência irresponsável. Ó Pai, como fui tola ao acreditar que eu podia tudo, sendo que na verdade és TU quem podes… Perdoa Senhor a tua filha… Obrigada pelo teu eterno Amor e Fidelidade. Obrigada porque mesmo quando eu falho o Senhor ainda me ama e está disposto a me perdoar. Ajude-me Pai a respeitar mais os limites do meu corpo. Na fé em Cristo Jesus, e no nome Dele, eu oro grata pelo perdão concedido e pela graça da tua presença na minha vida. Amém.”

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Sobre Dory <3

Eu me denomino como Dory, uma pequena menina que é super mega atrapalhada e se distrai facilmente. MAS que o coração anseia por fazer amigos e o que é certo (ou pelo menos tentar). Sou cristã, estudante de Letras, pseudo piadista e humana.

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